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CTG Brasil divulga relatório de sustentabilidade 2017

No documento, empresa expõe o compromisso de prover energia limpa por meio de projetos em harmonia com o planeta

A CTG Brasil divulgou seu relatório de sustentabilidade referente ao ano de 2017, mostrando o compromisso de prover energia limpa para as pessoas por meio de projetos em harmonia com o planeta. De acordo com o documento, disponível em www.ctgbr.com.br/relatorioanual2017,  para se aproximar cada vez mais desse ideal “a empresa tem centralizado seus esforços em aprimorar suas práticas de gestão e preparar-se para novos ciclos de crescimento, baseando-se em práticas sustentáveis e na geração de valor em longo prazo”.

A diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade, Salete da Hora, diz que a publicação proporciona à CTG Brasil a oportunidade de expor suas ações e sua visão à sociedade. “Dessa forma, é um instrumento importante para que as comunidades vizinhas de nossos empreendimentos conheçam melhor a empresa com a qual se relacionam”, ressalta.

De acordo com Salete, em 2017 o tema sustentabilidade foi definido como um dos direcionadores para a criação de valor da CTG Brasil. Ao longo do ano, a empresa investiu R$ 436,3 milhões, dos quais R$ 400,1 milhões (91,7%) utilizados em modernização e atualização de equipamentos, de forma a manter a disponibilidade e confiabilidade das unidades geradoras.

Os projetos de Pesquisa e Desenvolvimento receberam investimentos de R$ 6,4 milhões, sendo que o maior volume, 34% foi destinado a projetos de natureza ambiental. Os investimentos foram feitos pelas quatro geradoras de energia da CTG Brasil – Rio Paranapanema (hidrelétricas Jurumirim, Chavantes, Salto Grande, Canoas I e II, Capivara, Taquaruçu e Rosana), Rio Paraná (UHE Ilha Solteira e Jupiá), Rio Verde (UHE Salto) e Rio Canoas (UHE Garibaldi).

Entre os principais projetos da CTG Brasil de Pesquisa e Desenvolvimento estão o do Veículo Aéreo Não Tripulado – um drone para monitoramento remoto de reservatórios de hidrelétricas premiado como Melhor Trabalho em Pesquisa e Desenvolvimento, no Congresso de Inovação Tecnológica em Energia Elétrica (Citenel), em 2017 – e o de Revegetação, que busca novas tecnologias para conhecer e avaliar o que ocorre nas faixas de revegetação em corredores ecológicos, como a presença e a diversidade de fauna e sua funcionalidade em promover o trânsito das espécies.

“Os projetos de Pesquisa e Desenvolvimento promovem a cultura da inovação e estimulam a geração de conhecimento no setor elétrico para resolver ou minimizar os problemas, pelo uso da pesquisa. Na prática, sua aplicação contribui para aprimorar o setor elétrico no Brasil, o que é bom para toda a sociedade”, diz Salete.

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