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Família de gêmeas siamesas precisa de doações

A situação financeira da família dos bebes siameses que nasceram em Fernandópolis na última terça-feira (25) é complicada e precisam da ajuda da população para concluir a compra do enxoval das crianças. Jeniffer Rezende Viana, 21 anos, e Maicon Douglas, exauriram seus recursos financeiros durante a gestação para garantir a sobrevivência das filhas.

A família foi acolhida na casa de parentes e com a incerteza que as crianças iriam sobreviver, o casal não teve recursos para comprar berço, frauda e roupas. Jeniffer ainda se recupera da cesariana que foi submetida e o marido, Maicon Douglas acompanha a evolução doas meninas em Rio Preto. Autônomo e sem garantia de recursos financeiros, o pai passa por dificuldades.

Em entrevista ao Hojemais, Jeniffer disse que fica constrangida em pedir ajuda, já recebeu a doação de diversos pacotes de fraudas e ainda precisa de outros itens do enxoval das filhas e deixa que as pessoas doem o que o coração mandar.

Os itens poderão ser doados diretamente a família entrando em contato via telefone (17) 99106-0055.

Entenda o caso

Mãe de uma criança de três anos, Jeniffer Rezende Viana, 21 anos, deu à luz na última terça-feira (25) às gêmeas siamesas que tiveram sua imagem viralizada nas redes sociais minutos após o parto. Em entrevista ao regiaonoroeste.com, a mãe das pequenas contou que ficou chateada com a exposição das meninas na internet.

A jovem mora em Fernandópolis (SP) e descobriu que estava gerando gêmeas siamesas no sexto mês de gravidez. A notícia pegou a família de surpresa e ainda mais a junta médica que realizava o acompanhamento pré-natal de Jeniffer, que após a confirmação da anomalia iniciou uma série de exames específicos e transferiram o caso para o Hospital da Criança e Maternidade de São José do Rio Preto.

Após a realização de diversos exames por imagem, a junta médica entrou com um pedido na justiça de Fernandópolis solicitando a antecipação de parto, já que a gestação poderia colocar em risco a vida da mãe e dos bebes, porem a justiça negou a antecipação do procedimento, sob a alegação de que os bebes poderiam se desenvolver melhor no ventre da mãe, no período de nove meses.  Jeniffer conta que nunca teve a intenção de realizar um aborto ou realizar qualquer procedimento que pudesse prejudicar as filhas.

O parto deveria ser realizado em Rio Preto nesta quinta-feira (27), mas a bolsa se rompeu e o parto foi realizado na Santa Casa de Fernandópolis na terça-feira (25) de onde as meninas foram transferidas para o Hospital da Criança e Maternidade de Rio Preto onde permanecem internadas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Por Ana Carolina Kozara – Hojemais Três Lagoas

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