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Forças sindicais de Três Lagoas vão aderir a Greve Geral contra Reforma da Previdência nesta sexta (14)

Centrais sindicais de todo o País estão convocando trabalhadores de diversas categorias para uma greve geral na próxima sexta-feira, 14, a partir das 6h. As ações também devem acontecer no município de Três Lagoas (MS), com a paralisação da BR-262.

O objetivo, de acordo com líderes das entidades, é protestar contra o projeto do Governo de Reforma da Previdência. Também fazem parte das reivindicações temas como maior geração de empregos formais, retomada do crescimento da Economia e contingenciamento na Educação.

EM TRÊS LAGOAS

A interdição da Avenida Ranulpho Marques Leal (BR-262) deve acontecer no ponto próximo a UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), no mesmo local onde estudantes realizaram uma espécie de barreira nos protestos do dia 15 de maio.

Os trabalhadores em educação, representados pelo Sinted (Sindicato dos Trabalhadores em Educação) decidiram, em assembleia geral, que também irão aderir ao Movimento e, por esse motivo, algumas escolas não terão aula na sexta-feira (14).

A Greve tem como principal pauta, a luta contra a Reforma da Previdência, na qual tira o direito da aposentadoria dos brasileiros e os cortes na Educação Pública Básica e Superior, realizado pelo Governo Federal neste ano.

Durante a Assembleia, foi acatado por unanimidade a Greve Geral do dia 14 de junho. “Pedimos o apoio dos pais de alunos, amigos, familiares e trabalhadores de outras categorias para a paralisação que acontecerá nesta sexta-feira contra todos esses retrocessos que estão acontecendo. A educação pública já está sofrendo com os cortes em todo o país, além da Reforma da Previdência, que acabará com os direitos da aposentadoria de todos os trabalhadores”, explica a presidente do SINTED, professora Maria Laura Castro.

A diretoria estará presente em Campo Grande, no dia 14 de junho, junto com trabalhadores da educação representantes da Rede Estadual e Municipal de Três Lagoas, com a concentração às 9h, na Praça do Rádio Clube. A estimativa é de reunir 50 mil pessoas na capital do estado.

Representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário (STTR) também confirmaram que a categoria irá paralisar e se reunir nas proximidades do Posto São Luiz, localizado na Avenida Ranulpho Marques Leal.

BRASIL

Segundo os movimentos nacionais, a prioridade é que os trabalhadores “cruzem os braços” a partir da madrugada de quinta-feira, 13, para sexta-feira, 14, com manifestações sendo utilizadas como complemento à paralisação.

“A imagem que queremos é ruas desertas no dia, como se estivéssemos em 28 de abril de 2017 (quando houve greve geral no País)”, afirma o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas. “As manifestações são apoio, mas o dia é de greve”, completa.

Com informações do site Estadão.com.br

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