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Professores que paralisarem atividades contra a Reforma da Previdência terão dias cortados

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) confirmou, na manhã desta sexta-feira (22), que professores e demais trabalhadores da educação que paralisaram atividades para manifestações contra a Reforma da Previdência terão o dia de trabalho descontado.

Azambuja afirmou que há legalidade na decisão, amparada por entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal), que considera prática de greve, ainda que não abusiva, suspensão do trabalho – o que implica no desconto do dia.

“O Supremo já decidiu essas questões. Simplesmente pode se manifestar, só que aquele que se manifestar tem uma resolução da Secretaria de Educação que nós vamos cortar o ponto no vencimento. Isso é uma regra que está estabelecida pela instância máxima do judiciário. E serve ao setor de educação e a todos os outros setores também”, destacou o governador.

Sem reposição

Mais cedo, o presidente da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), Jaime Teixeira, afirmou que haveria reposição de aula em virtude da paralisação, a fim de não prejudicar o calendário escolar. “Mas, se o desconto ocorrer, os professores não farão a reposição”, destacou.

Para Teixeira, o ofício circular enviado pela SED (Secretaria de Estado de Educação) demonstra que o governo é contra o ato.

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